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A gente adora um filme de high school, e por isso não podíamos deixar de falar de "Galera do Mal" ("Saved!", 2004). Essa comédia lá dos primórdios da nossa adolescência traz na pele da jovem Mary, uma adolescente cristã comum que estuda em um colégio cristão, e que acaba grávida depois de uma tentativa desesperada de "heterossexualizar" o namorado Dean. Bem é daí em diante que tudo da errado na vida de Marry. Dean é enviado para um acampamento para "tratar" sua homossexualidade, e Mary se vê sozinha tendo que enfrentar uma gravidez em segredo, o que a aproxima dos excluídos da escola, o deficiente físico Roland (interpretado por nada mais nada menos que ), e a judia-rebelde-desbocada Cassandra. Vocês devem estar se perguntando como que um filme assim pode ser engraçado né? Pois é deixa a gente explicar. O longa aborda com muito humor negro o fanatismo religioso na vida dos adolescentes. Mary se sente culpada por suas atitudes e começa a questionar tudo o que lhe foi ensinado sobre Deus, pecados, aborto, maternidade, espinhas, adolescência e por aí vai. Esses questionamentos aparecem sempre de maneiras bem divertidas através de situações inesperadas, como ser exorcizada" em uma mini van por suas ex-amigas 'beatas' Hilary () e Tia ( - hoje estamos só desenterrando os atores que foram esquecidos). Tudo isso enquanto começa uma paquera com o fofo Patrick (), filho do diretor e pastor da escola, por quem sua mãe tem uma crush. Com uma qualidade técnica bem baixa, o longa mistura estereótipos religiosos com clichés de filmes de High Shcool para abordar de uma outra perspectiva as temas de julgamentos sociais, bullying, exclusão social, e outros tantos que vemos sempre disfarçados nas historinhas de adolescentes onde tudo sempre acaba em um baile de alguma estação do ano. Bobo, não vamos negar, mas marcou o começo da nossa adolescência brincando com alguns tabus dessa fase da vida. Nota: :bomb::bomb::bomb:
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Dia desses estávamos revendo "Interestelar" (2014) e demos conta da grande quantidade de ideias e sutilezas que o filme trata usando um dos sentimentos mais instintivos das espécies: a sobrevivência. O longa incrementa uma série de ideias, lógicas e teorias quase megalomaníacas, cientificamente falando... Mas quando analisamos pela ótica do indivíduo com motivações pessoais, onde experiências acontecem dentro e fora de seu controle, o contexto é ampliado e a obra deixa de ser apenas mais do mesmo dentre os filmes de ficção científica espacial. Sem parar em explicações didáticas sobre como o mundo ficou daquele jeito, o diretor Christopher Nolan já começa arrastando o expectador para o caos instalado no Planeta. O surgimento da "esperança de sobrevivência" através de uma missão pouco usual nos lembra muito aquelas desculpas esfarrapadas de 'porque sim' que sua mãe/pai usa quando está sem paciência pra explicar a pergunta de número um milhão do mesmo dia. Apesar de apressar alguns aspectos, a narrativa não sofre perdas significativas nesse ângulo e a imersão sensorial é bastante efetiva ao introduzir o expectador ao novo ambiente do espaço. Aprendemos pouco a pouco sobre o temperamento e as características dos personagens, com exceção do protagonista, Cooper, que é claro e objetivo desde as primeiras sequências do filme. O piloto é o ponto de ancoragem do público e exatamente por isso se torna um intérprete simplificador dos diálogos intensos, um facilitador para o entendimento, uma vez que a cada decisão que precisa ser tomada termos técnicos são utilizados (e isso sim torna a didática chatinha). O visual e os cenários são belos, dos grandes planos que expandem os horizontes quanto dos quase sufocantes momentos de enclausuramento nas naves e emoções dos personagens. A família é o primeiro plano, nos diálogos, na motivação ou até nos momentos das gravações enviadas por eles e isso facilita a empatia e identificação rápida com o público. No entanto a experiência imersiva é interrompida ao deixar Cooper e ir até a Terra, perdendo um pouco o impacto, apesar disso uma experiência que vale a pena assistir. Nota: :bomb::bomb::bomb:
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Se tem uma coisa que disputa lugar no nosso coração com o cinema é a música. A gente sabe tocar alguma coisa? Só o terror. Mas ainda assim nos pegamos horas devaneando sobre canções e arranjos e versões…. Então quando mistura os dois já viu. Estavamos nos devendo a tempos uma sessão de “Paulinho da Viola - Meu Tempo é Hoje” (2004), documentário sobre o sambista mais fofo em linha reta do Brasil. O longa tinha muito o que desvendar. Afinal o menino é quietinho que nem seu jeito de cantar. Mas acontece que isso de fazer filme sobre gente que se gosta muito e que ainda tá viva quase nunca dá o melhor resultado. Assim como em “Dominguinhos” (2014), temos aqui indícios de que nem tudo foi plácido e contemplativo na história de Paulinho. Mas Izabel Jaguaribe opta por não aprofundar esses detalhes. A diretora tenta nos trazer uma ideia de dia-a-dia, mas não constrói uma unidade narrativa. Os momentos musicais acontecem sem muito sentido entre uma entrevista e outra. Faz falta um caminho mais preciso. Ao fim temos a impressão que vimos uma matéria de telejornal sobre o moço. A familiaridade, a apropriação que costuma acontecer com bons documentários nunca acontece aqui. Apesar de tudo temos bem registrados ótimos momentos. Os carros que paulinho nunca termina de reformar, as compras na loja de ferramentas... Enfim, momentinhos que nos fazem ver nossos pais naquele senhor de cabelos brancos e fala mansa. Se não fossem as histórias com as lendas do samba, e as canções cantadas ao lado de nomes como Marisa Monte e a Velha Guarda da Portela um desavisado poderia até pensar que se tratava de um filme sobre um pai comum e muito querido. Ps: Reparem na Teresa Cristina bebê cantando na feijoada com a Velha Guarda da Portela ^^ Nota: :bomb::bomb::bomb:
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Os ingressos antecipados para Annabelle 2 já estão à venda no . Aproveita pra garantir logo os sustos.
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Agora o bicho vai pegar, literalmente. Depois de 2 filmes só na macacada "Planeta dos Macacos - A Guerra" veio para mostrar quem é que manda. Escolha o seu lado, pois a guerra foi declarada e o longa já está em cartaz :wink:
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Valerian é um viajante do espaço e do tempo que ao lado de Laureline vai defender a terra contra os bandidos intergaláticos. Se liga que Valeria e a Cidade dos Mil Planetas estreia hoje nos cinemas.
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Estávamos nós passeando pela sessão da quando um filme irlandês chamou nossa atenção, "Handsome Devil" (, 2016). Bastou ler colegas de quarto, internato, e rugby, que já fomos direto dar o play. Bem, Ned () é um jovem que sofre bullying dos colegas no internato por não idolatrar e vivenciar como os demais. Para seu pesadelo um novo aluno, Conor (), e também maior aposta para salvar o time, é designado como seu colega de quarto. Para não deixar o cliché na mão, Conor é um atleta diferente, ele não trata Ned mal como os outros, e inclusive tenta uma aproximação inocente. E bem daí começa uma amizade. Fim. Brincadeira. Mas ... bem amiguinhos os dois são incentivados pelo novo professor de literatura a participarem de um show de talentos juntos. Alguém explica por que filmes adolescente sempre precisam de um concurso desses, ou de um baile das 4 estaçõe como ponto de virada? Tem que melhor isso aí amigos , esse plot twist ja ta mais que previsível. Servindo de mentor, esse professor está ali apenas para instigar os alunos de um jeitinho bem "Sociedade dos Poetas Mortos". Aparentemente a escola só tem mais 2 funcionários: o diretor pamonha, e o técnico machão. Este, é a representação de ódio e homofobia, incentivando tais sentimentos no time de rugby. O faz Conor questionar sua amizade com Ned. Apesar de uma narrativa simples e superficial, que cai em vários clichés, a delicadeza e comicidade com que o 'bromance' de Ned e Conor é abordado, combinadas com uma edição que dialoga com o um público jovem e uma bela fotografia, forma uma obra que trabalha a questão da sexualidade e homofobia na adolescência de maneira leve e fofa. Nota::bomb::bomb::bomb:
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João, o Maestro é o filme inspirado na carreira do maestro João Carlos Martins. E ai? Ansioso para essa estreia?
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Sempre bom questionar verdades absolutas, né? Vivemos num momento onde gênero, orientação sexual, romance, tudo isso vem sendo reescrito. E nós assistimos a essas mudanças felizes. Quando primeiro vimos o trailer de “Corpo Elétrico” (2017) foram as personagens trans e essa estética associada a realidade da periferia que nos chamou atenção. Tava lá a Mc Lin da Quebrada cantando seu rap travesti questionador e debochado, estavam lá aquelas motos iluminadas com luzinhas de led, e a gente adorou aquilo. Mas o longa é mais que isso. É um olhar para as relações sem a obrigação do amor romântico, além de sobre as relações de trabalho do ponto de vista dos mais frágeis. Passeia pela coexistência do universo hétero-futebol-cerveja-e-pagode com o universo queer-festivo-fechação, muitas vezes retratados como excludentes um do outro. E é, antes de mais nada, um recorte contemporâneo de vidas com as quais certamente já cruzamos num ônibus lotado às 18h. O atores passeiam pela tela com naturalidade e autonomia. Conhecendo alguns do elenco é até divertido perceber quanto deles transbordou para os personagens. E isso só engrandece a obra de Marcelo Caetano. Contudo, talvez por esse desejo de vida real, falta ao filme a eletricidade que seu título promete. Assistimos às vidas, simpatizamos com os personagens, mas não chegamos a sentir com eles. A existência do filme de Caetano é em si um mérito. Que outras verdades cheguem às telas. Descolonizar os afetos e entender que todo mundo pode se divertir e se amar na festa da firma é preciso. Nota: :bomb::bomb::bomb::bomb:
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Levou 3 filmes pra esse povo assumir que tava em guerra. Mas, assim como o inverno, a guerra chegou. Se prepare para sentir sede, chorar quando ninguém entende e para discursos mei perturbados. "Planeta dos Macacos - A Guerra" já está em cartaz :wink:
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"Planeta dos Macacos: A Guerra" (2017) estreia hoje e nós ja fomos conferir. A saga iniciada em 2011 com a origem de César e do vírus símio que dizimou a maior parte dos humanos avança ainda mais nesse novo filme. A humanidade está nos últimos suspiros como 'espécie dominante' e o ódio domina os dois lados, mas esse é apenas o aspecto geral, o foco da narrativa é uma jornada de vingança pessoal (principalmente dos líderes). Apesar de fraca, ao se comparar com o filme anterior, a motivação mantém o filme até o final sem muitos problemas, exceto pela rasa explicação sobre a mutação do vírus e a essência do personagem do Coronel, que é falha. De qualquer forma, Matt Reeves, ao assumir o controle da franquia, conseguiu aprofundar o universo, unindo sutilezas dos personagens e momentos de silêncio com o que a maior parte do público espera em um filme de ação: tiro, porrada e bomba. Sim, não há como negar que é um blockbuster, mas a obra dá um passo além. O CGI subiu alguns bons níveis desde o "Planeta dos Macacos: O Confronto"(2014) e a verossimilhança nos ambientes combinados entre humanos e macacos é quase perfeita, da lágrima e rosto enrugado de César as tomadas amplas da natureza com cavalos, explosões ou tranquilidade. Andy Serkis merece todo o reconhecimento pelo seu personagem, a performance de César em cena deixa transparecer toda sua essência sensível (mesmo que sofrida), inteligencia e pesar pela paz negada às duas espécies. Não dá para negar a empatia pelos macacos, por suas necessidades e personalidades, enquanto o lado sombrio da raça humana, expondo escravidão e o sacrifício de criaturas que propusem paz em certo momento e de semelhantes, nos afasta da crença em nossa própria espécie. Mesmo com o espaço para redenção, o homem se nega a perder a dita 'liderança do mundo', oprimindo e sub-julgando vítimas, e sacrificando semelhantes. "A Guerra" é uma jornada extensa com elementos de vingança mal equilibrados (que funciona como ação), cambaleia no drama, mas entrega um resultado aceitável e até reflexivo em certos aspectos. Muito bem executado, é uma boa opção para quem quer curtir o cineminha no fim de semana. Nota: :bomb::bomb::bomb:
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Dunkirk é baseado em uma história real da Operação de Dinamo na segunda guerra mundial! O filme já está em cartaz e você não pode deixar de prestigiar esse filmao.
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Ao longo das duas últimas temporadas de Game of Thrones a queixa quase geral era o ritmo arrastado dos episódios, então ao início da sétima temporada a surpresa foi exatamente a aceleração. Porém essa diferença de abordagem vem ocasionando um problema narrativo, com roteiros mal construídos e cheio de buracos e um uso incomodo das elipses de tempo na montagem, que não colabora com os personagens, que parecem não apenas 'aparatar' e deixar a gente com cara de trouxa, mas sim perder as contas das voltas do 'vira-tempo'. Ok, "The Spoils of War" até que não é o episódio mais problemático nisso, mas ainda tem um roteiro preguiçoso e com uma construção com espaços faltando. Ao mostrar o exército Lannister ainda nas terras da Lady-Maravilhosa-Olenna temos uma introdução quase didática dos motivos, do ambiente e da justificativa para os eventos importantes subsequentes. Ainda na batalha de egos Jon e Daenerys brincam com uns desenhinhos na tentativa de dar um sentido forçado para muito do que já foi contado para o espectador. Não vamos comentar muito por motivos de 'spoiler', mas que poderia ser menos didático, e oportuno demais, ai poderia. Tudo pra que no minuto seguinte a Não-Queimada possa colocar os dentes pra fora, ignorando os concelhos e concedendo o fan service do público. Claro que Daenerys se sente ameaçada ao perder seus aliados, e esse é o foco do curto episódio, mas a narrativa não consegue convencer como consequência de guerra, apenas. Entretanto o núcleo de Winterfell parece estar muito mais no ritmo coerente com a construção dos personagens ao longo dos anos. As interações entre os atuais moradores do Norte (não vamos nem citar nomes) são significativas e iniciam um plantar e colher promissor. O encadeamento das cenas e arcos de Winterfell são alguns dos melhores momentos do episódio por remeterem a uma estrutura mais elaborada e inteligente de GoT. "Spoils" tem boas sequências, assim como cenas que adoraríamos nunca mais rever. A fotografia de batalha se destaca, mas o CGI que une a mãe dos dragões ao seu filho é muitas vezes tosca. No geral é pra fazer o espectador vibrar no instante e lamentar as falhas depois, sem interferir na imersão. Nota: :bomb::bomb::bomb:
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O novo filme de Luc Besson "Valerian e a Cidade dos Mil Planetas" estreia essa semana... e ai, você espera algo parecido com "Lucy" (2014) ou com "O Quinto Elemento" (1997)?
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Toda vez que alguém fala em filme de guerra, mais especificamente a Segunda Guerra Mundial, a gente já fica com aquela preguiça. Mas "Dunkirk" (2017, ) nos surpreendeu. Com poucos diálogos, a narrativa não linear conta como foi o resgate de soldados britânicos que estavam encurralados na praia que leva o nome do longa. Seu elenco (mais britânico que todo o casting de "Game of Thrones", "Doctor Who" e a saga "Harry Potter" juntos) conta com alguns poucos rostos conhecidos que entregam uma atuação esplêndida. Até o ex-boyband Harry Stiles se saiu bem na atuação, rendendo poucas falas forçadas, mas dando para o gasto. Agora ainda vai inaugurar alguma categoria do tipo "Melhor Atuação Apenas com os Olhos e Voz", porque pensa num cara para gostar de fazer filme mascarado. Mesmo assim ele consegue passar a tensão de seu personagem, um piloto de guerra que se encontra em uma situação bastante periclitante. Nolan entrega uma direção sóbria, com uma fotografia que encanta nas cenas de ação que combinadas com os toques sonoros impecáveis do gênio (:heart:) elevam a tensão e a aflição pelas quais os soldados passam. A impressão que temos é a de que depois de passar pelo crivo dos nerds e apaixonados por ficção, Nolan agora busca agradar um público mais tradicional como a Academia do Oscar. Será? Bem, "Dunkirk" não é perfeito, os franceses que o digam, e cai no embraquecimento hollywoodiano, apresentando problemas de representatividade étnica. Porém, ainda é uma belíssima e emocionante obra que vai te fazer vibrar na cadeira do cinema. Nota: :bomb::bomb::bomb::bomb:
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Ainda não foi assistir Em Ritmo de Fuga? Vai ser difícil não se envolver com esse filme incrível!
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O último capítulo da trilogia Planeta Dos Macacos estreia hoje e você está convocado para essa guerra! Não fique de fora.
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Talvez para advogados, juristas, promotores e derivados, "Versões De Um Crime" (2017) soe um pouco bobo por explicar demais. Mas na real, o longa até tenta sair da caixinha e dos dogmas dos filmes de tribunal (rimou), mas falha. Inclusive há até a fala do próprio juiz do caso dizendo prezar por julgamentos rápidos, mas essa afirmação é descartada ao termos 80%, de uma projeção de 90 min, dentro do tribunal. O filme é narrado em off através do advogado Ramsey:dog2: (Keanu Reeves :heart:️), e provavelmente por isso acaba abrindo mão da profundidade dos outros personagens. Já que os personagens não são desenvolvidos, não há motivações claras para determinadas ações ao longo da narrativa. Isso pode se configurar como um recurso rebuscado de roteiro: esconder detalhes e revelar na hora certa, mas aqui além de inúmeras pontas soltas e argumentações dispersas, a obra insere certos elementos quando lhe é conveniente. Fazendo o espectador acreditar que tudo já estava ali, explícito, bastava olhar por um outro prisma, mas é mentira. As provas são frágeis, os depoimentos têm pouco impacto e Renée Zellweger é limitada, tudo em decorrência do texto e da direção frouxa. Há vários plots twists na trama, mas isso não atribui qualidade ao roteiro, por mais surpreendente que a reviravolta possa ser. A cinematografia é rasa, com cortes simplórios e enquadramentos pouco inventivos. É inegável que mesmo com tantas falhas, o filme prenda o espectador. A espera de que algo intrigante aconteça é latente, mas que pode ser amenizada pelos furos no roteiro e incoerências no discurso. "Versões De Um Crime" parece aqueles filmes que passavam no Corujão e no Intercine, que não são obras ruins, porém deixam de lado o subtexto crítico e o valor ético da temática. P.s.: O longa está disponível através de VoD ( Video on Demand) nas plataformas NOW, VIVO e ITunes. Nota: :bomb::bomb::bomb:
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Terminamos a 8° temporada do nosso agente secreto favorito, "Archer" (2009-), e viemos contar para vocês o que achamos. Primeiro aquele suspiro apaixonado pelo charme de Archer que está um arraso nessa temporada que se passa na Los Angeles do final da década de 40; 'Aaahhh'. Pronto. Em coma, Archer está sonhando que é um detetive que precisa encontrar o assassino de seu parceiro, por isso somos levados a esse universo bem no estilo dos romances policiais. Adoramos essa abertura que a série tem para fazer essas loucuras narrativas sem se perder o tom e fugir drasticamente de sua realidade. Ela consegue inovar e surpreender o espectador sem precisar se descaracterizar. Cada personagem que já conhecemos assume um novo papel nessa trama. É divertido ver que mesmo em "personagens novos", queremos dizer em novos papéis, eles conseguem manter os traços mais marcantes de suas personalidades em encaixá-las de maneira coerente na narrativa. Apesar de ter todo esse clima noar que a gente ama, ficamos um pouco frustradas porque nessa temporada temos um Archer mais emotivo, e claro cada vez mais apaixonado por Lana. Aqui sentimos falta daquele Archer egoísta e mulherengo das primeiras temporadas. Entendemos que não é de agora que ele vem deixando essas características para traz, e que é fofo e faz parte do crescimento dos personagens esse amadurecimento emocional, mas... o Archer escrotinho era bem mais engraçado. Por sinal as piadas aquo estão mais sóbrias e menos ácidas quando comparadas as temporadas passadas. Talvez desse humor escroto como a gente que sentimos falta e por isso não tenha entrado para o nosso top 5. Mas isso não é motivo para você deixar de conferir essa temporada que está inteira na Nota::bomb::bomb::bomb:
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Dunkirk está com 92% de aprovação no e a vontade de assistir só cresce. E você? Ansioso?
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Amor, ambição e segredos alimentam a odisseia deste casal fora do comum no filme Monsieur e Madame Adelman! Em exibição nos cinemas.
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Membros do Clube da Pipoca têm muito mais vantagens em suas idas ao cinema. Além de participar de promoções exclusivas e ganhar prêmios, agora também pagam meia-entrada no ingresso. Acesse o site da rede e participe!
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Assistimos novamente à "Em Ritmo de Fuga" na pré-estreia da e só podemos dizer que você precisa ir ao cinema para conferir o melhor filme de ação do ano. Se liga que no nosso stories tem a cobertura do que rolou na pré! Ahhh, e não esquece que "Em Ritmo de Fuga" estreia HOJE!
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O gigante Optimus Prime embarcou em uma das missões mais difíceis de sua vida: encontrar, no espaço sideral, os Quintessons, seres que possivelmente são os responsáveis pela criação da raça Transformers. O problema é que, enquanto isso, seus amigos estão precisando de muita ajuda na Terra, já que uma nova ameaça alienígena resolveu destruir toda a humanidade. E aí? Já assistiu ao 5° filme de Transformers?
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é tão fã de "O Filme da Minha Vida" que vai assistir seu longa em várias capitais do Brasil. E em Recife, ele estará no Quer dar close certo nessa sessão também? Então garante logo o seu ingresso antecipado que já está a venda.

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O novo longa de , "O Filme da Minha Vida" (2017), é uma obra poética que agrada aos olhos, ouvidos ~boca e nariz~ e a alma. Apesar de abusar de planos médios, a fotografia assinada por , é belíssima e encanta com planos e sequências simples, que combinadas a uma trilha sonora ainda mais impecável (e que está disponível no ), se tornam extremamente poéticas. Baseado no livro "Um pai de cinema", do chileno Antonio Skármeta, o longa deixa a desejar por manter o foco apenas no protagonista Tony (). Tudo bem que ele é o personagem principal, e o foco é na relação dele com o pai ( ) que some no mundo quando ele regressa de seus estudos, em como ele lida com essa ausência inexplicada... e por aí vai. Essas coisas a gente entende, mas não dava para dar umas 4 ou 5 falas a mais para a mãe dele? Nem quando achávamos que finalmente ela teria seu momento de fala, a criatura abre a boca. As relações de Tony com os demais personagens, que não seu pai, são levemente frustrantes, precisamos dizer. Mas isso é compensado pelas frases de efeito e o longo monólogo existencialista de Paco (Mello) sobre porcos. Lento, o filme demorou para prender nossa atenção, mas nos surpreendeu com sua beleza plástica e excelentes atuações. Nota: :bomb::bomb::bomb::bomb:
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Ficção e realidade se misturam na pseudo cinebiografia do cachorro mais querido dos anos 90, "Bingo" (1991), opa, filme errado. Desculpa gente, é que nós quase dormimos com o Bozo essa noite, pois ontem fomos conferir a pré-estreia do longa "Bingo: O Rei das Manhãs" (2017, Daniel Rezende), obra baseada na vida de Arlindo Barreto, um dos atores que interpretou o palahaço Bozo. Augusto () é um ator de pornochanchada que tem sua carreira mudada quando se torna um palhaço apresentador de um programa infantil, se tornando campeão de audiência na década de 80 no Brasil. Acompanhamos todo o processo de ascensão e declínio desse personagem que sai do anonimato, para o anonimato. Não entendeu? Vamos explicar. Um dos principais conflitos e frustrações de Augusto é o fato de não poder desfrutar da fama e glamour que sua persona Bingo tem. No anonimato ele cai nas drogas e álcool deixando de lado a família. É exatamente na representação desses excessos que o filme acaba perdendo um pouco do seu charme, e sendo dramático demais caindo em clichés que nos fazem questionar até que ponto se trata da arte imitando a vida, e vice-versa. Ademais, o longa é uma bela obra com aspectos técnicos que surpreendem desde a direção precisa e sensível, a uma trilha nostálgica que acompanha as emoções do personagem. Este, é muito bem interpretado por Brichta, que finalmente teve um personagem onde pode explorar ao máximo, tanto de sua veia cômica, quanto dramática. Definitivamente sua melhor atuação. Outro forte aspecto do filme é a direção de arte que encanta pela riqueza de detalhes, do figurino, cenário, maquiagem. Um excelente caracterização que te leva de volta aos anos 80. Um prato cheio para os mais saudosistas. A sensibilidade e cuidado com que essa história é narrada encanta e os pequenos detalhes da vida real que foram cuidadosamente substituídos e representados nem sempre com eufemismos são incríveis. Impossível não se entregar ao longa, se emocionar e rir. Não perca amanhã nos cinemas! P.S: Será que no futuro teremos um filme da ? Ou do ?! Nota: :bomb::bomb::bomb::bomb:
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Uma série sobre poliamor para quem ama todos os filmes dos anos 90 da Sandra Bullock. É isso a segunda temporada de “You Me Her” (2016-). Aplicando as fórmulas de comédia romântica a um relacionamento incomum ao gênero alcança-se em geral um resultado interessante. Vejam o caso de “Imagine Eu e Você” (2005). É o frescor de ver que pessoas não heterossexuais brancas também podem viver histórias de amor fofas. Contudo, é difícil sustentar esse mundo de algodão doce  numa série. Sustentar que as pessoas ao redor de um ‘trisal’ num subúrbio norte americano levam no máximo 2 episódios para aceitar a nova organização romântica é no mínimo inocente. Os problemas de Emma, Jack e Izzy até existem, mas são os problemas ‘classe média sofre’ que levam esse segundo momento da série adiante. É fofo e ótimo para assistir com um pote de sorvete, mas fica aquela sensação de vazio, sabe? Os roteiristas até tentaram complexificar um pouquinho dando mais profundidade aos coadjuvantes. Teve brincadeira com os clichês de rom-cons, teve redenção de vilão, teve até personagem que não fedia nem cheirava querendo ser vilão. Mas é que sofrer por ter um jatinho lhe esperando ou comprar um prédio num arroubo de espontaneidade não são exatamente os pontos que nos interessam num seriado sobre uma relação a três. Nota: :bomb::bomb::bomb: Ah! As duas temporadas tão disponíveis na :wink:

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A não quer que o inverno acabe, por isso pediu para a gente sortear ingressos para a animação O Reino Gelado ! Serão 8 pares de ingressos, e se você quiser concorrer a 1 desses pares você deve: Seguir o ; Curtir essa postagem; Marcar 2 amigos pedindo para eles seguirem a gente (não vale páginas, nem perfis fakes. Estamos de olho :eyes:). Agora é só torcer! Lembrando que serão 8 vencedores e a promoção é válida apenas para habitantes do Recife e Região Metropolitana.
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A quer que você comece setembro indo ao cinema, e por isso estamos sorteando 8 pares de ingressos para o filme Dupla Explosiva. Se você quiser concorrer a 1 desses pares você deve: Seguir o ; Curtir essa postagem; Marcar 2 amigos pedindo para eles seguirem a gente (não vale páginas, nem perfis fakes. Estamos de olho :eyes:). Agora é só torcer! Lembrando que serão 8 vencedores e a promoção é válida apenas para habitantes do Recife e Região Metropolitana.
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“Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (2017) é desses filmes que tem todo o jeitinho inicial de que vai seguir o lado melodramático e piegas até o último nível para fazer o espectador chorar, mas o dito cujo tem alguns detalhes bem interessantes a serem observados. A tristeza nítida que ronda os personagens pela situação é intercalada com o riso e principalmente com a fantasia, elemento usado para atrair o protagonista um pouco para fora da tensão ao mesmo tempo que constrói a narrativa. Os sonhos e delírios de Conor com o grande monstro árvore tornam-se o ideal paralelo para a vida do garoto que é 'novo demais para ser um homem e velho demais para ser criança' e para por os conturbados tempos com o bullying na escola e com tempestades familiares em pauta. O filme não é doce ou reconfortante, funciona muito mais como um respiro de resiliência, o que o torna de certa forma diferente dos semelhantes do gênero. Apesar das falas e diálogos entre 'adesivo de parachoque' e fortes morais o longa se sustenta bem, permitindo ao espectador extrair lições sem aquela cara de filminho da aula do jardim de infância. Sim, o uso dos clichês de drama são recorrentes, mas bem empregados nas situações ideais acabam por não distorcer o ritmo da obra ou atrapalhar na bela estética do filme. As interpretação, no geral, são razoáveis e honestas com o conjunto, principalmente do protagonista. O Monstro é uma atração à parte com suas lições, boa qualidade visual e sua postura imponente, marcante e sombria, bem longe do amigo de casca Groot, o fofo. O filme é previsível e com poucos elementos que o coloquem fora do balaio dos dramas comuns, porém sua boa construção é incontestável, e o bônus é não precisar recorrer ao piegas para enviar, com louvor, a sua mensagem. Vale a pena conferir. Nota: :bomb::bomb::bomb:

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