A gente tem meio que um ponto fraco por animações e por narrativas que colocam temas novos em fórmulas já...

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Procurando uma seriezinha pra ver nesse feriadão da independência? Que tal assistir a adaptação original da @netflixbr de um dos games mais icônicos do século, "Castlevania" (2017-). A primeira temporada tem curtos 4 episódios de 20 minutos que contam o início da saga de Trevor Belmont, o típico cliché de anti-herói que a gente adora, contra as forças das trevas comandadas por Drácula. Esses aproximados 90 minutos contam de uma maneira bastante linear a história de Trevor, de ter que levar adiante os deveres herdados de sua família: caçar monstros. É curioso como Drácula não é exatamente o vilão da história. Mas ele não é o causador do mal? É, sim. Mas, quem desperta esse mal através de outros males é a própria Igreja. Esta aqui aparece com um discurso opressor que toma proporções vilanescas maiores do que os próprios demônios do conde vampiresco. Se você tiver estômago fraco talvez não aguente o tom levemente gore que o anime ocidentalizado tem. As cenas de luta e ação são bem feitas e fazem o espectador não querer nem piscar para não perder os habilidosos movimentos com chicote executado pelo nosso herói. O gancho deixado no final tem o tom perfeito para o começo de uma aventura que promete muito sangue. Aproveita o feriadão e dá uma conferida! Nota: 💣💣💣 #escrocriticas #castlevania #netflix #anime #game #dracula #vampiros #serie #vampire #konami
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Vem flutuar com a gente! Nossa crítica já saiu e It - A Coisa já está em cartaz! #itacoisa #acoisa #filme #movie #filmes #cinema #horror #terror #palhaço #assassino #anos80 #stephenking #strangerthings #infancia #criança #timcurry #pennywise #coisado #coisadas #youwillfloattoo #filmedeterror #escrocriticas #it
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O horror é um gênero muitas vezes menosprezado, seja por especialistas, seja pelo público médio. É comum se criticar em termos de profundidade, realismo ou efeitos visuais. Mas o gênero também está enraizado no imaginário popular. Freddy Krueger ou Chuck vivem em piadas de bar ou ameaças de mães. E com Pennywise não é diferente. No Brasil talvez o nome do palhaço assassino de “It”, livro de Stephen King, não seja comum, mas a imagem do monstro interpretado por Tim Curry na adaptação de 1990 mora nas nossas memórias mais antigas. Assim, a notícia de uma nova versão da obra não foi bem quista por essas que vos falam. Mas o filme dirigido por Andy Muschietti surpreende. Como toda boa obra do horror a narrativa apresenta camadas de significação para além do bestial. O monstro, as agressões da sociedade contra as crianças e os medos que viram manchete de jornal, se misturam no longa de forma orgânica. Em comparação com a outra versão, o filme de 2017 é bem mais cruel. Aspectos antes só indicados aqui ganham corpo. Somando-se a um elenco harmônico e carismático e às homenagens aos clássicos dos anos 80 num revival que “Stranger Things” (2016) trouxe, o filme acerta bem no coração. Entretanto, o longa não deixa de cair nas manias dos filmes de terror atuais. Estão aqui a trilha ostensiva, os diálogos expositivos em excesso e claro, os jumpscares (ou sustinhos, como gostamos de chamar). Pennywise também salta entre palhaço do djabo (rs) e trainee de avenger. Entendemos que o público contemporâneo anda sedento por essas criaturas maravilhosas, mas o moço que flutua não precisa de estripulias para nos deixar sem dormir por dias. Fato é que, apesar de tudo, “It: A Coisa” (2017) funciona. As manias da indústria não derrubam os acertos da adaptação e a gente aposta que no fim, você vai flutuar também ;) Nota: 💣💣💣💣 #It #itacoisa #acoisa #filme #movie #filmes #cinema #horror #terror #palhaço #assassino #anos80 #stephenking #strangerthings #infancia #criança #timcurry #pennywise #coisado #coisadas #youwillfloattoo #filmedeterror #escrocriticas
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Lino é a animação nacional que você vai assistir nesse feriado da independência! #lino #filme #movie #cinema #cineminha #film #animacao #linoofilme
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Não muito tempo atrás entrou para o catálogo da @netflixbrasil uma seriezinha meio besta chamada “Wynonna Earp” (2016-). Não fez muito barulho, nem aqui nem na gringa. É um negócio de nicho, que mistura “Buffy” (1997-2003) com “Gilmore Girls” (2000-2007) e faroeste. Obviamente a gente adora.  A segunda temporada acabou a pouco tempo e trouxe o amadurecimento num sentido um pouco  menos convencional dessa palavra. Emily Andras (@unicorndepot) parece ter abraçado suas esquisitices e entregou uma temporada muito mais cheia de referências pop que a anterior. As piadas estão mais escrachadas e se perdeu qualquer sombra de que a série se leva a sério. Graças a deusa! Entretanto, liberdade demais nem sempre faz bem para criação. Nos 12 episódios dessa temporada o número de personagens recorrentes quase dobrou, núcleos foram introduzidos só para serem esquecidos e personagens antigos ficaram só na promessa de aprofundamento. Por outro lado a série consegue um resultado transmídia interessante. Dessa vez o público pode ajudar nas pesquisas de um dos personagens através de um site supostamente pertencente a polícia de Purgatory. Ideologicamente a série está segura e bem encaminhada. Diversidade, feminismo, representatividade LGBT (#wayhaught casal mais fofo em linha reta da ficção contemporânea) tudo faz jus ao discurso fora das telas da equipe e nos enche de felicidade. Mas é narrativamente que nos preocupa. A premissa da mocinha escolhida para livrar a terra de todo mal rende bem, sabemos. Basta saber se o tom #Fanfiction vai segurar também. Nota:💣💣💣 #waynonnaearp #serie #syfy #netflix #serie #seriado #tv #tvshow #canada #calgary #MelanieScrofano #DominiqueProvostChalkley #KatherineBarrell #TimRozon #ShamierAnderson #VarunSaranga #minhagentewaverly #fofo #nochill #fandras #emilypegaeu #escrocriticas
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